domingo, 28 de setembro de 2014

26/Set C.C.S. 3º Bimestre - Anos Finais

C.C.S. Ens. Fundamental Anos Finais – 
Prof. Coord. Valter Estachel
3º Bimestre
Citação

“Há muitas pessoas que buscam em alguém uma espécie de remédio para seus males sem ao menos perceberem que a cura não é externa; Ninguém "conserta" ninguém, só a vontade, o entendimento e amor próprio podem nos levar a regeneração de nosso próprio interior.”

Dany Mucheroni
Contextualização

“Conselho de classe, este importante instrumento de participação muitas vezes é utilizado como ferramenta burocrática. Centrada no corpo docente, pode virar um” jogo” de quem dá mais ou menos, qual é o aluno “bonzinho” ou “quietinho”, pouco contribuindo na tomada de decisões sobre o trabalho pedagógico desenvolvido nas escolas no decorrer do ano letivo”.

Revista Mundo Jovem, 2010.
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Objetivos
     Analisar os processos de ensino e de aprendizagem em grupo, sob múltiplas perspectivas, analisar o currículo, a metodologia adotada e do sistema de avaliação. Para assim possibilitar ao grupo docente uma experiência formativa, permitindo reavaliar a prática docente.

 Atividade 1 -  Análise dos pontos abordados no Pré-Conselho. (Em grupo)

  Atividade 2 – 13h10 6º ano A.

Atividade 2 –  13h30 6º ano B

Atividade 4 – 13h50 6º ano C

Atividade 5 – 14h20 6º ano D

Atividade 6 – 14h50 7º ano A

Atividade 7 – 15h20 7º ano B

CAFÉ

Atividade 8 -  16h 7º ano C

Atividade 9 -  16h30  7º ano D

Atividade 10 -  16h50 8º série A

Atividade 11 -  16h50 8º série B


Atividade 12 -  16h50 8º série C




domingo, 21 de setembro de 2014

ATPC 22-Setembro

ATPC 22/09/2014 – Prof. Coord. Valter Estachel
Citação

“A educação modela as almas e recria os corações. Ela é a alavanca das mudanças sociais”

Paulo Freire
Contextualização

“uma avaliação que afere ultrapassando os limites do constatar. Uma avaliação que julgamos de valor, mas que não somente classifica e ou rotula e não massacra as capacidades. Uma avaliação que procura ser objetiva sem dogmatizar as aparências
ou o meramente observável. A avaliação que em vez de excluir, integra; em vez defixar-se na unilateralidade da ausência de acertos ou no saber predeterminado busca ser oportunidade de saber o que já se sabe o que já se pensa o que já se conseguiu em competência em vez de classificar como produção em série, permite o direito à diferença, conscientizando e situando na realidade atualizada”. (BARCELOS, 1987).

Objetivos
     Discutir o processo de ensino e aprendizagem e o desempenho do aluno nas avaliações escolares, inclusive nos processos de recuperação, com a finalidade de atribuir um parecer global para o desempenho do aluno e identificar os problemas tanto do aluno quanto da escola e buscar formas de superação das dificuldades identificadas.


  Atividade 1 - Leitura: Caro professor, Rubens Alves.

Atividade 2 – Distribuição das fichas de registro do pré-conselho. (Registrar os problemas, traçar o perfil da turma com intuito de buscar formas de superação das dificuldades identificadas no pré-conselho para apontamentos no Conselho de Classe e Série do terceiro bimestre.)

Atividade 3 – Lançamento de notas. (Terminal Sala do Acessa)

Atividade 4 – Reunião com os professores dos sextos anos. (Socializar os apontamentos dos registros na ficha de pré conselho para definir em conjunto os pontos de análise e reflexão no CCS-3º bimestre.)

Atividade 5 – Reunião com os professores dos sétimos anos. (Socializar os apontamentos dos registros na ficha de pré conselho para definir em conjunto os pontos de análise e reflexão no CCS-3º bimestre.)

Atividade 6 – Reunião com os professores das oitava séries. (Socializar os apontamentos dos registros na ficha de pré conselho para definir em conjunto os pontos de análise e reflexão no CCS-3º bimestre.)


Nossa leitura:

CARO PROFESSOR

Caro professor: compreendo a sua situação. Foi contratado para ensinar uma disciplina e ganha para isso. A escolha do programa não foi sua. Foi imposta. Veio de cima. Talvez tenha ideias diferentes. Mas isso é irrelevante. Tem de ensinar o que lhe foi ordenado. Será julgado pelos resultados do seu ensino – e disso depende o seu emprego. A avaliação do seu trabalho faz-se por meio da avaliação do desempenho dos seus alunos. Se, de uma forma sistemática, os seus alunos não aprenderem, é porque não tem competência.
O processo de avaliação dos alunos é curioso. Imagine uma pessoa que conheça uma série de ferramentas, a forma como são feitas, a forma como funcionam – mas não saiba para que servem. Os saberes que se ensinam nas escolas são ferramentas. Frequentemente os alunos dominam abstratamente os saberes, sem, entretanto conhecerem a sua relação com a vida. Como aconteceu com aquela assistente de bordo a quem perguntei o nome de um rio perto de Londrina, no norte do Paraná. Ela respondeu-me: Acho que é o São Francisco. Apanhei um susto. Pensei que tinha apanhado o vôo errado e que estava a chegar ao norte de Minas… Garanto que, numa prova, a rapariga responderia certo. No mapa saberia onde se encontra São Francisco. Mas não aprendera a relação entre o símbolo e a realidade.
É possível que os alunos acumulem montanhas de conhecimentos que os levarão a passar nos exames, sem saber para que servem. Como acontece com os “vasos comunicantes” que qualquer pedreiro sabe para que servem sem, entretanto, conhecerem o seu nome. O pedreiro seria reprovado na avaliação escolar, mas construiria a casa no nível certo. Mas você não é culpado. Você é contratado para ensinar a disciplina. Cada professor ensina uma disciplina diferente: Física, Química, Matemática, Geografia, etc. Isso é parte da tendência que dominou o desenvolvimento da ciência: especialização, fragmentação. A ciência não conhece o todo, conhece as partes. Essa tendência teve consequências para a prática da medicina: o corpo como uma máquina formada por partes isoladas. Mas o corpo não é uma máquina formada por partes isoladas.
Às vezes, as escolas fazem-me lembrar o Vaticano. O Vaticano, 400 anos depois, penitenciou-se sobre Galileu e está prestes a fazer as pazes com Darwin. Os currículos, só agora, muito depois da hora, estão a começar a falar de “interdisciplinaridade”. “Interdisciplinaridade” é isto: uma maçã é, ao mesmo tempo, uma realidade matemática, física, química, biológica, alimentar, estética, cultural, mitológica, econômica, geográfica, erótica… Mas o fato é que você é o professor de uma disciplina específica. Ano após ano, hora após hora, ensina aquela disciplina. Mas, como ser de dever, tem de fazer de forma competente aquilo que lhe foi ordenado. A fim de sobreviver, faz o que deve fazer para passar na avaliação. A disciplina é o deus a quem você e os alunos se devem submeter. O pressuposto desse procedimento é que o saber é sempre uma coisa boa e que, mais cedo ou mais tarde, fará sentido. São, sobretudo os adolescentes que, movidos pela inteligência da contestação, perguntam sobre o sentido daquilo que têm de aprender. Mas frequentemente os professores não sabem dar respostas convincentes. Para quê aprender o uso dessa ferramenta complicadíssima se não sei para que serve e não vou usá-la? A única resposta é: Tens de aprender porque sai no exame – resposta que não convence por não ser inteligente, mas simplesmente autoritária.
O que está pressuposto, nos nossos currículos, é que o saber é sempre bom. Isso talvez seja abstratamente verdade. Mas, nesse caso, teríamos de aprender tudo o que há para ser aprendido – o que é tarefa impossível. Quem acumula muito saber só prova um ponto: que é um idiota de memória boa. Não faz sentido aprender a arte de escalar montanhas nos desertos, nem a arte de fazer iglus nos trópicos. Abstratamente, todos os saberes podem ser úteis. Mas, na vida, a utilidade dos saberes subordina-se às exigências práticas do viver. Como diz Cecília Meireles: O mar é longo, a vida é curta. Eu penso a educação ao contrário. Não começo com os saberes. Começo com a criança. Não julgo as crianças em função dos saberes. Julgo os saberes em função das crianças. É isso que distingue um educador. Os educadores olham primeiro para o aluno e depois para as disciplinas a serem ensinadas. Os educadores não estão ao serviço de saberes. Estão ao serviço de seres humanos – crianças, adultos, velhos. Dizia Nietzsche: Aquele que é um mestre, realmente um mestre, leva as coisas a sério – inclusive ele mesmo – somente em relação aos seus alunos. (Nietzsche, Além do bem e do mal).
Eu penso por meio de metáforas. As minhas ideias nascem da poesia. Descobri que o que penso sobre a educação está resumido num verso célebre de Fernando Pessoa: Navegar é preciso. Viver não é preciso. Navegação é ciência, conhecimento rigoroso. Para navegar, são necessários barcos. E os barcos fazem-se com ciência, física, números, técnica. A própria navegação se faz com ciência: mapas, bússolas, coordenadas, meteorologia. Para a ciência da navegação é necessária a inteligência instrumental, que decifra o segredo dos meios. Barcos, remos, velas e bússolas são meios. Já o viver não é coisa precisa. Nunca se sabe ao certo. A vida não se faz com ciência. Faz-se com sapiência. É possível ter a ciência da construção de barcos e, ao mesmo tempo, o terror de navegar. A ciência da navegação não nos dá o fascínio dos mares e os sonhos de portos aonde chegar. Conheço um erudito que tudo sabe sobre filosofia, sem que a filosofia jamais tenha tocado a sua pele. A arte de viver não se faz com a inteligência instrumental. Ela faz-se com a inteligência amorosa.
A palavra amor tornou-se maldita entre os educadores que pensam a educação como ciência dos meios, ao lado de barcos, remos, velas e bússolas. Envergonham-se de que a educação seja coisa do amor-piegas. Mas o amor – Platão, Nietzsche e Freud sabiam-no – nada tem de piegas. O amor marca o impreciso círculo de prazer que liga o corpo aos objetos. Sem o amor tudo nos seria indiferente – inclusive a ciência. Não teríamos sentido de direção, não teríamos prioridades. A inteligência instrumental precisa de ser educada. Parte da educação é ensinar a pensar. Mas essa educação, sendo necessária, não é suficiente. Os meios não bastam para nos trazer prazer e alegria – que são o sentido da vida. Para isso é preciso que a sensibilidade seja educada. Fernando Pessoa fala, então, na educação da sensibilidade.
Educação da sensibilidade: Marx, nos Manuscritos de 1844, dizia que a tarefa da História, até então, tinha sido a de educar os sentidos: aprender os prazeres dos olhos, dos ouvidos, do nariz, da boca, da pele, do pensamento (Ah! O prazer da leitura!). Se fôssemos animais, isso não seria necessário. Mas somos seres da cultura: inventamos objetos de prazer que não se encontram na natureza: a música, a pintura, a culinária, a arquitetura, os perfumes, os toques. No corpo de cada aluno encontram-se, adormecidos, os sentidos. Como na história da Bela Adormecida… É preciso despertá-los, para que a sua capacidade de sentir prazer e alegria no aprender se expanda.

Rubem Alves -.

PRÉ-CONSELHO DE CLASSE E SÉRIE – 3º Bimestre
Objetivo: Registrar os problemas, traçar o perfil da turma com intuito de buscar formas de superação das dificuldades identificadas no pré-conselho para apontamentos no Conselho de Classe e Série do terceiro bimestre.
Professor (a)
Disciplina:
Turma:



Alunos com mais dificuldades na turma:
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Descrever em linhas gerais o(s)  problema(s) da turma:
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O que será feito pelo professor(a) para melhoria do aprendizado dos alunos e solucionar outros problemas da turma?
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Professor: ___________________________________
Coordenador:________________________________
Direção:_____________________________________




terça-feira, 9 de setembro de 2014

ATPC 15/Setembro

ATPC 15/09/2014 – Prof. Coord. Valter Estachel
Citação

"O principal objetivo da educação é criar pessoas capazes de fazer coisas novas e não simplesmente repetir o que as outras gerações fizeram.”

Jean Piaget
Contextualização

“O sucesso do uso do computador como uma tecnologia que pode favorecer a expansão da inteligência depende da forma como ocorre a relação entre o usuário e as informações contidas no programa por ele utilizado. Quanto mais interativa for essa relação, maiores serão as possibilidades de enriquecer as condições de elaboração do saber. Este é um dos principais argumentos para justificar a importância do estudo da interatividade no contexto da inserção dos computadores na educação escolar.”
(PAIS, 2005, p. 144).

Objetivos
     Estudar o conteúdo da Oficina 3 do Currículo +: A importância do planejamento, articulação com Programas e Projetos da SEE-SP, exemplos reais e dicas para implementação, elaborando atividades do Currículo + e formando professores para o uso do Currículo + .

            Atividade 1 - Leitura: Tem início a maior criação da criação.
     
Atividade 2 – Introdução 3.1 A importância do planejamento (vídeos: Profa. Roxane Rojo, Jacqueline Barbosa e Dulcineia Ap. R. Ramos) 8 minutos. (Discutir a importância da reflexão do professor ao planejar uma aula em que serão utilizados objetos digitais de aprendizagem e abordar aspectos que considera “chave” no processo de planejamento de uma aula com objetos digitais de aprendizagem.)

Atividade 3 – 3.2 Articulação com Programas e Projetos da SEE-SP – Programa Ler e escrever (Vídeo: Renata Rossi, equipe CEFAI/Currículo +) 11 minutos.

Atividade 4 – 3.2.3 Avaliação da Aprendizagem em Processo (vídeos: Vanderley Cornatione e Carlos Tadeu G. Barros, equipe CEFAI/Currículo +) 24 minutos. (Apresentação da Avaliação da Aprendizagem em Processo e  como utilizar o Currículo + para desenvolver as habilidades envolvidas na A.A.P.)

Atividade 5 – 3.4 Elaborando atividades com o Currículo +. (De maneira prática exemplificar o uso da plataforma.)

Atividade 6 - 3.5.2 Fundamentos básicos: Formar - Acompanhar – Avaliar (Formar quem e para quê?, Acompanhar = educar, Avaliar para quê? – vídeo com Aglaé Cecília Toledo P. Alves) 22 minutos. (Discutir a articulação do currículo com as tecnologias, para isso será discutido três eixos formar, acompanhar e avaliar.)

Atividade 7 – Socialização


Atividade 8 – Avaliação no ambiente virtual (Sala do Acessa).   

Nossa leitura:

Tem início a maior criação da criação
Ao acordar, Oxalá não podia acreditar no que seus olhos viam. Estava tudo mudado. O mundo agora existia!

            Onde antes não havia nada, viam-se campos, rios, mares. Plantas de todas as formas e tamanhos forravam o chão da Terra, peixes enchiam os mares de formas e movimentos, bandos de pássaros animavam os ares em revoadas coloridas e sonoras.  A luz estava em todos os lugares. O Sol, no firmamento, iluminava o dia. E depois do dia vinha a noite, e com ela o escuro, quebrado pelo clarão da Lua e pelo cintilar das estrelas. Oxalá se comoveu com tanta beleza e se aqueceu no calor do universo recém-nascido.

            De repente se deu conta: quem era o responsável por aquilo tudo, se ele dormia nas últimas horas? Procurou o saco da Criação e não achou. Mais que depressa, Oxalá tratou de voltar à casa de Olorum. No caminho, ao passar por uma encruzilhada, deu de cara com Exu terminando sua refeição, lambendo os beiços de prazer. Zombeteiro, Exu disse:
“Os inhames que ganhei de Odudua estavam soberbos. E você, meu caro irmão mais velho, apreciou o vinho-de-palma?”

            Oxalá não precisou ouvir mais nada: fora passado para trás. Enganado por seu próprio orgulho e presunção.
            Adetutu sentiu pena de Oxalá e resolveu lhe fazer companhia no caminho para o palácio de Olorum. Mas Oxalá não lhe deu atenção, estava deprimido demais. Ou será que ele não percebia que ela estava ali, será que ela ainda não existia?, pensou a menina.
            Na casa de Olorum, Oxalá foi duramente repreendido.
            “Nunca mais beberá vinho-de-palma nem comerá nada que extraia da palmeira de dendê”, determinou o Ser Supremo, como castigo. “Nem você, nem nenhuma de seus descendentes.”
            Oxalá estava arrasado, evidentemente, e não ousava olhar o Pai nos olhos. O Ser Supremo então disse:
            “Ainda falta o mais importante no mundo. Eu pus na sua cabeça a semente de uma ideia que não pus no saco da Criação. Apesar de tudo, você é meu primogênito e há de ser lembrado como Oxalá, o Grande Orixá.”
            Oxalá sentiu que alguma coisa se mexia em sua cabeça. Então o Pai lhe disse:
            “Vá e crie.”
            Oxalá partiu com destino ao mundo.

            Olorum mandou chamar Exu e ordenou:

            “Acompanhe seu irmão mais velho. Espero que desta vez ele não beba. E você, nada de trapaças.”
            Oxalá tratou de passar bem longe do dendezeiro. Compenetrado, sempre lembrando que dessa vez devia tentar ser humilde, Oxalá depositara na primeira encruzilhada, como presente para Exu, um cabrito, quatro galos, cebolas, azeite de dendê, sal, pimenta e noz-de-cola, uma cabaça de aguardente, uma de mel e outra de água fresca. Um verdadeiro banquete dos deuses, que Exu adorou.
            Adetutu sentia que suas pernas e braços, seus pés e mãos, todas as partes de seu corpo, enfim, eram apertadas por mãos vigorosas, como se alguém a estivesse modelando, ajustando aqui, dando forma ali, Depois sentiu no rosto o calor de um sopro e ouviu palavras de ordem que a chamavam para a vida.
            Oxalá estava criando o ser humano.

Nosso material de estudo, conteúdo do ambiente virtual da Rede do Saber, curso Currículo +, indico esse curso, excelente!.

Introdução - Oficina 3

A terceira e última oficina deste curso abordará o processo de implementação do Currículo+ em sua prática profissional.
Esta oficina abordará seis aspectos:


·        3.1 - A importância do planejamento.
·        3.2 - Articulação com Programas e Projetos da SEE-SP.
·        3.3 - Exemplos reais e dicas para implementação.
·        3.4 - Elaborando atividades com o Currículo+.
·        3.5 - Formando professores para o uso do Currículo+.
·        3.6 - Mobilizando e apoiando para o uso do Currículo+


·                       3.1 A importância do planejamento
·        Se a famosa frase atribuída a John L. Beckley, "Não planejar é planejar o fracasso” traz importantes reflexões para a prática pedagógica de forma geral, com o Currículo+ essa máxima tem sua relevância reforçada.
·        Para explorar a importância do planejamento e seus principais desdobramentos no que diz respeito à implementação do Currículo+, não deixe de conferir os três vídeos a seguir:
3.2 Articulação com Programas e Projetos da SEE-SP

Nas próximas páginas discorreremos sobre a articulação do Currículo+ com alguns dos principais programas e projetos pedagógicos da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo:
·        Programa Ler e Escrever e EMAI (Educação Matemática nos Anos Iniciais).
·         Avaliação da Aprendizagem em Processo.
·      
·        3.2.1 Programa Ler e Escrever e EMAI
·        Com o objetivo de apoiar o desenvolvimento das expectativas de aprendizagem do Currículo dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, a Secretaria da Educação desenvolve, desde 2007, o Programa Ler e Escrever e, mais recentemente, o Programa EMAI (Ensino da Matemática nos Anos Iniciais). Tendo em vista o princípio “foco no Currículo” do projeto Currículo+, confira os vídeos dos professores Leandro Rodrigo Oliveira e Renata Rossi Fiorim Siqueira, ambos do Centro de Ensino Fundamental dos Anos Iniciais, da Coordenadoria de Gestão da Educação Básica da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.
·              3.2.3 Avaliação da Aprendizagem em Processo
·        A Avaliação da Aprendizagem em Processo é uma ação fundamentada no Currículo Oficial da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo que propõe o acompanhamento coletivo e individualizado do aluno por meio de um instrumento de caráter diagnóstico. Esta iniciativa se localiza no bojo das ações voltadas para os processos de recuperação, objetivando apoiar e subsidiar os professores de Língua Portuguesa e de Matemática que atuam no Ensino Fundamental Anos Finais e no Ensino Médio da Rede Estadual de São Paulo.
·        Assista à vídeo-aula com os professores Vanderley Aparecido Cornatione e Carlos Tadeu da Graça Barros, do Centro de Ensino Fundamental Anos Finais e Ensino Médio (CEFAF) – Matemática, da Coordenadoria de Gestão da Educação Básica da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, que ilustra como os objetos digitais de aprendizagem sugeridos no Currículo+ podem ser recursos pedagógicos eficientes para o trabalho de recuperação das habilidades e competências avaliadas na AAP.
·            3.4 Elaborando atividades com o Currículo+

·    Instrumento para elaboração e registro de atividade

·        Para auxiliar no processo de planejamento e implementação do Currículo+ em sala de aula, o curso “Oficinas Virtuais Currículo+” sugere a utilização do seguinte instrumento para elaboração e registro de atividades com um objeto digital de aprendizagem. Mesmo que você não esteja atualmente atuando em sala de aula, este é um modelo que pode ser utilizado em seu trabalho de formação presencial e/ou apoio e mobilização! Confira:

·    Que tal estruturar um “Plano de Aula Digital”?

·        Compile diferentes atividades num “Plano de Aula Digital”, um plano de ensino / sequência didática que lança mão de atividades com objetos digitais de aprendizagem articuladas entre si. Clique abaixo para ver o modelo sugerido e as respectivas instruções: 
Sugestão de modelo de Plano de Aula Digital
·     
3.5 Formando professores para o uso do Currículo+
As próximas 4 páginas/unidades são dedicadas aos profissionais do Quadro do Magistério responsáveis pela formação continuada de professores (ex: Coordenador Pedagógico e Professor Coordenador de Núcleo Pedagógico). Não obstante, caso sua atuação não esteja relacionada a uma atuação dessa natureza, os vídeos trazem importantes considerações para a prática pedagógica como um todo.
3.5.2 Fundamentos básicos: Formar - Acompanhar – Avaliar
Os vídeos a seguir abordam os fundamentos básicos da tríade de um processo formativo: formar – acompanhar – avaliar. Em cada um dos três trechos, a Profª. Aglaé Cecília Toledo Dias Porto Alves faz as conexões e relações com o processo formativo para implementação do Currículo+.





quinta-feira, 4 de setembro de 2014

ATPC 01/Setembro


ATPC 01/09/2014 – Prof. Coord. Valter Estachel

Citação

"“A avaliação escolar, hoje, só faz sentido se tiver o intuito de buscar caminhos para melhorar a aprendizagem”.

Jussara Hoffmann

Contextualização

“A concepção de ensino e aprendizagem revela-se na prática de sala de aula e na forma como professores e alunos utilizam os recursos tecnológicos disponíveis - livro didático, giz e quadro, televisão ou computador. A presença desse aparato tecnológico na sala de aula não garante mudanças na forma de ensinar e aprender. A tecnologia deve servir para enriquecer o ambiente educacional, propiciando a construção de conhecimentos por meio de uma atuação ativa, crítica e criativa por parte de alunos e professores
(MORAN, 1995).

Objetivos
     Analisar o desempenho dos alunos por habilidade, elaboração do Plano de Ação para superação das defasagens apontadas pela A.A.P. 7º edição.

  Atividade 1 - Leitura: As armadilhas de dentro.

Atividade 2 – Produção dos planos de ação para os meses de Setembro e Outubro.

Atividade 3 – Socialização.


                 Considerações finais:

Modelo do Plano de Ação --> 

REPLANEJAMENTO 2014    –       2º Semestre
Ano/Série:
Disciplina:
Professor(a):
Habilidade
Recurso
Procedimento e Método:
Qtde aulas
Prazos
Avaliação
H1- Distinguir um fato da opinião relativa a este fato.                                      H2 - Inferir informações implícitas.                         H9 - Estabelecer relações entre a tese e os argumentos oferecidos para sustentá-la.
Texto: Artigo (Ex. Lei da palmada)
* Leitura (compartilhada)    * Identificar os conhecimentos prévios em relação ao fato.               * Identificar palavras desconhecidas.                     * Dialogar e contextualizar fato.            * Identificar marcas linguísticas no texto: Aspas, tamanho da letra, etc.                                             * Solicitar registro das diversas opiniões.               * Criar perguntas orais e solicitar que registrem suas opiniões.
4
Mês de Setembro